domingo, 6 de junho de 2010
FRASES SOBRE A VALORIZAÇÃO DA FAMILIA

"A verdadeira felicidade está na própria casa, entre as alegrias da família."
Léon Tolstoi
"Observa o teu culto a família e cumpre teus deveres para com teu pai, tua mãe e todos os teus parentes. Educa as crianças e não precisarás castigar os homens."
Pitágoras
"Apenas em torno de uma mulher que ama se pode formar uma família."
Friedrich Schlegel
"Toda a doutrina social que visa destruir a família é má, e para mais inaplicável. Quando se decompõe uma sociedade, o que se acha como resíduo final não é o indivíduo mas sim a família."
Victor Hugo
"O que é uma família senão o mais admirável dos governos?"
Henri Lacordaire
"Cem homens podem formar um acampamento, mas é preciso uma mulher para se fazer um lar."
Provérbio Chinês
"Um vício custa mais caro que manter uma família."

"Considero a família e não o indivíduo como o verdadeiro elemento social (arriscando-me a ser julgado como espírito retrógrado)"
Honoré de Balzac
CASOS DE VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇA
MOTIVO?
JOGOS ELETRÔNICOS.

Um jovem acusado de agredir uma criança até a morte, em Tarragona (Espanha), pode ser condenado a 20 anos de prisão. Luigi D. G., 19 anos, matou o filho de sua companheira de 1 ano porque fez com que ele perdesse uma partida de videogame.
Segundo as primeiras conclusões judiciais, o dominicano Luigi estava na casa onde vivia com sua parceira e o filho dela. A mulher havia ido até a residência da mãe do rapaz e ele estava sozinho com a criança, que colocou a mão em um dos controles do videogame fazendo com que Luigi perdesse uma partida.
Foi então que o rapaz golpeou a criança com um soco na região abdominal. Em seguida, o menino caiu da cama chorando fortemente. Indignado com o choro, o homem atirou a criança com força sobre a cama, fazendo com que ela chorasse e gritasse com mais força
O dominicano finalizou a agressão golpeando a criança na cabeça com a palma da mão e lhe dando um novo soco. A criança ficou na cama gemendo por alguns instantes até que se calou.
Quando a mãe chegou percebeu que o filho não respirava. Foi constatado que a criança morreu em função da hemorragia provocada pelo traumatismo abdominal.
Luigi é acusado de assassinato com o agravante do parentesco. Ele foi preso depois do crime, em setembro do ano passado, e agora a Justiça pode condená-lo a 20 anos de prisão, além de indenizar a mãe da criança em 95 mil euros.

Outras do gênero...

Atingida pelo controle de um videogame

"Uma garota de 2 anos morreu depois de ser atingida pelo controle de um videogame enquanto o namorado de sua mãe jogava, informou a polícia de York, no Estado americano da Pensilvânia, nesta terça-feira (8).
A mãe de Darisabel Baez não socorreu a menina até perceber que a filha estava inconsciente.
A criança morreu no último domingo no Hospital Hershey, informou a polícia.
O namorado da mãe, Harve L. Johnson, foi preso nesta terça-feira acusado por homicídio sem intenção de matar. Já a mãe, Neida E. Baez, foi indiciada por expor sua filha a situação perigosa.
Baez, 19, chamou a ambulância depois de ter tentado reanimar a filha em uma banheira, segundo informação a polícia.
Johnson, 26, já tinha histórico de violência familiar, mas não esclareceu porque bateu na criança com um controle de videogame."

Homem mata a filha por derrubar seu Xbox.

A americana Alayiah Turman, uma criança de um ano e cinco meses, foi espancada até a morte por puxar os fios e derrubar o Xbox - modelo de videogame - de seu pai, Tyrone Spellman.
Transtornado, Spellman socou repetidamente o rosto da garota. Quando a mãe do bebê chegou em casa e perguntou da filha, Tyrone explicou que ela estava dormindo.
A versão de Tyrone Spellman para a polícia foi de que a criança havia caído da cama enquanto dormia , no entanto, não havia evidências que sustentassem a teoria, mas sim hipóteses de que o pai teria até jogado a menina pelo quarto.
Spellman enfrenta agora uma pena que pode chegar até 47 anos de prisão. A pena poderia ser ainda maior, mas foi considerado que Spellman agiu por raiva e não com intenção de matar.
A acusação se baseou na obsessão de Spellman pelos videogames.
COMITÊ DE ENFRENTAMENTO A VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA EM PORTUGAL
Domestica


"Eu sou capaz de perdoar e aceitar ela de volta, depois de tudo que fiz ela sofrer”, declarou nesta segunda, 29, o professor de educação física Adalberto França Araújo Filho, horas depois de ser apresentado pelos advogados e preso na Delegacia de Simões Filho, em cumprimento a um mandado de prisão temporária pela tentativa de homicídio praticado contra a assistente social Luciana Lopo.
A vítima recebeu dois tiros, teve as costas queimadas com leite quente, os pulsos quebrados, foi esfaqueada e teve os dedos profundamente cortados pelo agressor para que confessasse supostas traições, numa sessão de tortura que durou mais de quatro horas na casa onde moravam, em Villas do Atlântico.
Apresentado na Secretaria da Segurança Pública (SSP), na Piedade, Adalberto França admitiu as diversas agressões, mas disse não se recordar com detalhes o que fez. Inicialmente protestando por estar sendo filmado e fotografado, narrou em seguida com riqueza de detalhes como o relacionamento com a vítima descambou na tentativa de homicídio. Acusou Luciana Lopo de ficar olhando de forma indevida para alguns homens e de ficar “copiando os caras”.
Segundo o acusado, durante as agressões, ela teria confessado casos com vários homens, principalmente com “inimigos” dele. Indagado se a confissão não ocorreu devido às ameaças e às agressões, ele disse: “Não acredito que uma pessoa com uma arma carregada apontada para a cara vá mentir. Eu disse para ela que não ia atirar se ela dissesse a verdade e não atirei. Acho que atirei para o chão”. Ele disse “não se lembrar” como os tiros atingiram a assistente social. O inquérito será presidido pela delegada Jamila Cidade (Vila de Abrantes), e o preso é acusado de tentativa de homicídio segundo a Lei Maria da Penha, que aumentou o rigor das punições das agressões contra a mulher no âmbito doméstico.
Contradições – Adalberto França se disse arrependido das agressões e declarou que Luciana Lopo é uma esposa perfeita, mas ele se desesperou depois que não conseguiu confirmar suas suspeitas de traição, bebeu o dia todo antes da agressão e alegou que “teve um surto”.
A polícia técnica esteve nesta segunda no Hospital Espanhol, após Luciana Lopo ter alta da Unidade de Terapia Intensiva, para realizar o exame de corpo de delito. Segundo a irmã da vítima, Andrea Brasileiro, Luciana ainda não foi informada da prisão do marido. “Ela ainda está muito traumatizada. Por isso, achamos melhor não dizer nada por enquanto. Penso que o melhor é que ela se recupere”, salientou.
Os pais da assistente social ficaram abalados com a prisão e foram medicados. Segundo a irmã da vítima: “Queremos agora que não haja brechas nas leis e que ele fique preso. Adalberto precisa pagar pelo que fez, pela dor que minha irmã e minha família estão sentido”.
FONTE: JORNAL A TARDE

Lutador que torturou mulher vai a júri popular

O juiz titular da comarca de Lauro de Freitas, Waldir Viana, deu parecer favorável à denúncia oferecida pelo Ministério Público do Estado (MP-BA) contra o professor e lutador de jiu jitsu Adalberto França Filho, 39 anos. Ele aprovou júri popular para Adalberto, que é acusado de agredir e torturar brutalmente a mulher, a assistente social Luciana Lopo, 31. A decisão foi tomada em audiência de instrução ocorrida nesta quarta, 12. O crime foi classificado como tentativa de homicídio qualificado com tortura. O lutador deverá continuar preso na Polinter, na Piedade, conforme decisão judicial, que também negou ao réu o direito de recorrer em liberdade.
Nesta quarta, apenas seis testemunhas de acusação prestaram depoimento perante o juiz, além da vítima e do acusado. Segundo o advogado de Adalberto, Fabiano Pimentel (que assumiu o caso ontem – a família desistiu do defensor anterior), os oficiais de justiça não encontraram as testemunhas porque os endereços fornecidos estavam incompletos. O requerimento de instauração de incidente de sanidade mental, recurso pedido pela defesa a fim de apurar eventual falta de culpabilidade do réu, também foi negado pelo juiz, que entendeu não haver nos autos elementos que indiquem a possibilidade de ele ser portador de doenças mentais. Pimentel informou que a defesa vai recorrer pela soltura do réu e pedir a anulação do processo no intuito de produzir provas. “Queremos que ele [Adalberto] seja submetido a tratamento psicológico adequado. Prisão não vai resolver o problema dele. Na minha opinião, o processo é nulo porque as testemunhas de defesa não foram ouvidas”, declarou o advogado.
De acordo com Pimentel, Adalberto toma medicamentos controlados desde os 10 anos de idade e tem lapsos de perda de memória constantemente. “Ele disse que só começou a lembrar do que havia acontecido dez dias depois”, completou.
AUDIÊNCIA – Entre as testemunhas de acusação que prestaram depoimento estava a empregada do agressor, Maria Santana da Silva, que disse ter sido obrigada a ajudar na tortura e presenciado os disparos de rifle feitos por Adalberto na perna de Luciana.
No seu depoimento, Adalberto negou as acusações, descrevendo como teria acontecido o fato. “Segundo ele (Adalberto), Luciana teria caído por cima de uma mesa de vidro, o que teria ocasionado os cortes, a arma disparou por acidente e que o leite e o café que queimaram a vítima teriam caído em cima dela quando ela foi abraçá-lo”, contou o advogado de acusação, Antônio Marcos Rodrigues.
O advogado de Luciana disse ainda que ela relatou, com detalhes, o que aconteceu durante as quatro horas que permaneceu em sua casa, em Vilas do Atlântico, sendo torturada e agredida pelo marido. Ela descreveu, também, seu comportamento ciumento e possessivo.Luciana e Adalberto chegaram a ficar na mesma sala de espera, mas não se viram. Os depoimentos foram feitos separadamente. O acusado chegou ao local algemado, escoltado por policiais civis e acompanhado dos advogados de defesa.
A mãe da vítima, Maria das Graças Lopo, disse que a filha estava “bastante nervosa e chegou a chorar bastante”.
“Isso a faz lembrar daquela situação horrível. Ela ainda não está preparada para falar sobre isso”, justificou Roberto Lopo, pai da vítima, o fato de ela se recusar a dar entrevistas. Os pais da assistente social falaram que ela está sendo acompanhada por psicólogo e ortopedista e que Luciana só voltará ao trabalho em janeiro do próximo ano.
O pai de Luciana contou que os familiares de Adalberto pediram perdão pelo ocorrido. “A família também se diz vítima dele e condenou a atitude”, disse Lopo.
A mãe do acusado estava no local e abraçou o filho por alguns instantes, mas preferiu não falar com a imprensa.
CASO – Adalberto Filho foi preso em 29 de junho, quatro dias após agredir a mulher, com quem tinha um relacionamento de três anos. Luciana levou dois tiros, teve queimaduras feitas com café e leite quente, os dedos cortados, os pulsos quebrados e cortes por todo o corpo.
FONTE: JORNAL A TARDE